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 Adrian Pierre

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AutorMensagem
Adrian Pierre
Corvinal 6º Ano


Mensagens : 1
Data de inscrição : 18/09/2009
Idade : 26

MensagemAssunto: Adrian Pierre   Sex 18 Set - 16:50

1 - Dados do Jogador


Nome/Apelido: Alex
Idade: 19
Cidade: Rio de Janeiro
MSN/E-mail: alexmalfoyweasley@hotmail.com

2 - Dados do Personagem


Nome do Personagem: Adrian Hong Xuan Dubois Pierre
Data de Nascimento: 22/06/2016
Idade: 16
País de Origem: Vietnã.
Onde mora atualmente: Inglaterra.
Raça: Nascido Trouxa.
Veterano ou Novato: Veterano.
Em que ano o personagem está: 6º
Animal de estimação? Coruja.
Habilidades: -
Objetos Mágicos: -
Varinha: Mogno, Pena de Cauda de Fênix, 26 cm, boa em transfiguração.
Patrono: Águia.
Avatar: Alex Pettyfer.

3 - Seleção da Casa

Corvinal

4 – História do Personagem


"Uma mulher! Choro, raiva e uma grande decisão. Linh estava jogada ao chão, aos prantos. Era uma linda mulher, apesar de todos os anos de guerra, todos os traços sujos, imundos de sua ropa ela era uma mulher bonita, essa sua parte apenas foi se escondendo atravéz dos anos, com a guerra, com a violência, com o medo. Um homem! Loiro, olhos azuis, corpudo, bem perfumado, tão distinto da cena, do ambiente em que estava, era como uma figura errada no lugar errado. Leroy estava diante daquela mulher. A ajudou a levantar, seu perfume cobria a sala. Sentaram e por fim o silêncio foi quebrado:

- Não posso ter esse bebê.
- O que? Pode sim e vai.
- Deus! 7 anos, 7 anos de violência, de mortes, de guerra. Até quando? Não aguento mais.

Ela chorava sem parar, estava inconsolável. A Guerra no Vietnã havia começado em por disputas territoriais entre a Vietnã do Norte Comunista e do Sul e as coisas foram avançando a muito mais do que isso. As coisas pioraram quando os EUA entraram, cinco anos depois, na guerra alegando que o comunismo não poderia se espalhar pelo mundo. Morte e mais morte, o cenário de desumanidade, de perversidade, de sofrimento se podia ver em qualquer lugar em que se olhava, havia poucas casas que haviam conseguido se manter de pé. Em cada esquina, em cada rua, corpos jogados ao cão, ao ar livre, como animais largados ao vil engano. Fora nesse cenário que o jovem jornalista francês Leroy havia decidido que conseguiria seu maior fascínio pelas pesquisas. De fato, conseguiria o melhor premio de jornalista pelas suas descobertas naquele terreno hostil se não fosse por aquilo. Fora lá que conhecera e se apaixonara por Linh. Ainda aos prantos ela continuou com dificuldade:

- Leroy, você não entende. Um filho! Que esperança ele vai ter? Nascendo no meio da guerra, eu já não tive, não quero isso para ele. Não quero.
- Calma Linh. Você não vai ter esse filho aqui, nós vamos voltar para Paris, já consegui todos os fatos necessários, você vai comigo. Por favor calma. Vou te proteger, vou te levar daqui. Eu sempre estarei aqui, sempre lhe protegerei meu amor.

***


Adrian tinha 6 anos. Crescera vendo mortos, crescera com o barulho das armas, com os militares, com a luta, com a guerra. Seu pai, Leroy, não conseguira sair do país, nem levar Linh. Um grupo rebelde de vietnamitas haviam roubado todo seu dinheiro, espancado os dois e destruído toda sua pesquina de anos. Era a lei da selva, ou você matava ou morria. O jovem menino Adrian já não mais chorava com o barulho, em seu rosto era vísivel as marcas da crueldade, cicatrizes e hematomas. A pequena familia viviam de um lugar ao outro. Diversas vezes tinham de sair correndo com os os militares chegando, diversas vezes dormiam com as bombas e armas próximas. Dormiam acordados, com medo de morrer, seja por bombas, seja por soldados ou até mesmo próprios vietnamitas. Perdia-se a conta das inúmeras vezes Adrian ficou dias sem comer. Ficou doente, desnutrido, mas o que podia fazer, a quem podia recorrer? Ninguém. Só era possível contar com eles mesmos.

O menino logo aprendeu a sobreviver, se tornou um dos melhores na corrida. Quantas vezes saiu correndo no meio da madrugada por que um grupo de fuzileiros estava chegando! Acostumou-se com pouco, aprendeu a driblar a fome e quando ela insistia comia os capins que encontrava pelo caminho. Era uma comemoração quando encontravam alguma ratazana por um canto qualquer, ao menos tinham algo para comer. Mas mesmo assim ele vivia "feliz", tinha sua familia próximo a ele. No inicio brincava dentre os corpos jazidos no chão, com as outras crianças, mas agora, nem as outras crianças via mais. Havia muito que não encontravam alguém conhecido, um rosto familiar, alguém que pudesse chamar de amigo. Desde muito cedo o pequeno Adrian conviveu com o sofrimento, com a desgraça, mas mal sabia o jovem Adrian que tudo era apenas o início do inferno.

Fora naquele dia, 23 de Junho de 2025 ele estava completando 7 anos. Mais um ano de desgraça e revolta. A guerra já durara 14 anos e nem sinal de por um fim. Fora nesse ano o pior ano de toda sua vida. Como sempre faziam, Linh, Leroy e seu filho fugiram para outro lugar, dessa vez foram para My Lai, um povoado vietnamita e como sempre nada os surpreenderam, o cenário era o mesmo em todas aldeias e povoados, morte! Conseguiram se instalar em uma casa em destroços um pouco para o noroeste do povoado. Desta vez encontraram um grupo de cerca de 30 vietnamitas e por sorte, todos aliados. Houve comida, comida boa, carne, frutas e legumes que os outros tinham conseguindo em alguma guarda americana. Ele encontrou outras crianças, até mesmo crianças que brincava quando era menor, conversaram sobre como haviam conseguido fugir de todos os soldados tanto tempo, sobre como conseguiram viver. Encontraram até mesmo a Nguyen Cao Mashur e sua familia. Nguyen era uma boa mulher, amiga de Linh. Adrian gostava dela, o tratava bem. Ela tinha mais três filhos com quem Adrian sempre brincava. Eram os mais achegados. Aquele parecia ser um ótimo dia, um dos melhores em todos os anos de vida do menino, fora uma boa forma de comemorar seu aniverssário, mas a noite chegou.

As tropas americanas haviam chegado sem barulho, em secreto. Quando o primeiro vietnamita gritou sobre a precensa deles todos os outros se alarmaram e começou a correria. Cada familia pegando suas crianças e procurando alguma forma de fugir. Os americanos conseguiram capturar 25 dos 30 vietnamitas, os 5 que fugiram foram Nguyen, seus filhos e a mim. Linh sempre que chegava em um povoado procurava um lugar de abrigo, de fuga caso aja um incidente e tenha de sair as pressas. Nunca eles precisaram usar esse caminho, até aquele dia. Quando ouviu o grito e a correria começou Linh foi imediatamente para o caminho de fuga que tinha encontrado. No entanto os americanos estavam próximos demais, perto demais. Ela queria, queria salvar todos, mas não podia. Colocou todos as crianças próximas a si pelo caminho, os filhos de Nguyen, Adrian, a própria Nguyen e quando foi passar olhou para trás e viu que Leroy fora feito prisioneiro de um americano. Sem pensar duas vezes ela se virou a fim de ajudá-lo a se livrar do soldado, sendo impedida por Nguyen, que segurou em seu braço:

- Para onde você vai? Se for até lá você vai morrer!
Elas se olharam, um olhar de compaixão. Abraçaram-se e com os olhos marejados, prontos a desabarem em lágrimas a qualquer minuto, disse:
- Nguyen... eu... eu... por favor, cuide do Adrian, não deixe que nada aconteça... que nada aconte.... aconteça a ele. Por favor! Não.... não posso deixar meu Leroy sozinho... desculpe.
Ela deu um forte abraço em seu filho e um beijo e dizendo um emocionante"Eu te amo meu filho, sempre amarei, por favor, nunca se esqueça!" se foi. Adrian tentou ir atrás dela, mas Nguyen o segurou, não podia deixar isso acontecer. Uma bomba! Um enorme barulho. Nguyen, seus filhos e Adrian foram andando pela rota de fuga. No meio do caminho, quando estavam a uma boa distancia dos americanos, Adrian correu e voltou ao local. Nguyen gritou por ele mas ele não voltou. Ela não conseguiu ir atrás dele.

Adrian era esperto, aprendera a se camuflar, a se esconder. Voltara por que eles, seus pais, era a sua familia, era tudo o que possuia, não podia deixá-los ir assim, rapidos. O povoado estava deserto, todos os companheiros, todos os vietnamitas, que estavam ali, junto com ele poucas horas antes, estavam mortos, jogados no chão como menos que humanos. Desesperado o pequeno foi a procurar seus pais, chorava baixinho. Não os encontrou.

Ouviu um barulho próximo, se escondeu ao mesmo tempo que procurava perceber de onde vinha. Vinha de uma casa semi-destruída próximo a onde estava, foi verificar o que era. Mais americanos? Viu seus pais e mais cinco americanos. Seu pai estava preso com cordas e sua boca estava amordaçada e sua mãe era segurada por dois americanos. De repente um dos americanos abaixou as calças... Linh foi violentada até a morte, fora violentada pelos cinco americanos, eles fizeram seu pai assistir a tudo. Lihn chorava, implorando ajuda, mas também estava amordaçada. Saciados os americanos depois de verificarem que ela estava morta, jogaram-na em uma vala e se viraram para seu pai.

Leroy chorava, lagrimas e mais lagrimas derramavam de seu rosto. Um soldado americano foi até um canto e voltou com uma arma, napalm, uma arma incendiária. O americano apontou a arma para Leroy e momentos depois rajadas de fogo o consumiam. Leroy agonizou até a morte, enquanto queimava gritava: "Linh, me perdoe, não consegui lhe proteger. Me perdoe!" Os americanos assistiram a cena com prazer e mais tarde se foram.Adrian assistiu a tudo, assistira a morte de seus pais, sem nada poder fazer para impedir. Depois de alguns minutos ele correu até o corpo de sua mãe e chorou, chorou e chorou. Ele nunca havia chorado tanto em sua vida. Não conseguia parar. Já não aguentava mais. Tanta dor, tanto ódio, tanto sofrimento. Lá ele ficou por um tempo. Não queria deixar sua mãe, não queria deixar seu corpo ali, jazido no chão, como um rato qualquer. Destemidamente, ele cavou um túmulo com o próprio suor, com as pedras que ali tinha e a enterou. A colocou no túmulo e jogou as cinzas com o que tinha sobrado de seus pais. Enterrando ainda chorando, morto de dores, de sofrimento, de angustia, ele disse:

- Eu amo vocês. Jamais vou esquecê-los.

Desolado, morto por dentro. Não tinha ninguém, fora lhe arrancado o sentido de viver. Não tinha para onde ir, não tinha com quem ficar. Deus ele era apenas um menino. Tinha apenas 7 anos e fora incumbido de viver como um adulto. Isso não era justo! Vagueoou por diversas ruas e ruas sem destino. Queria morrer. Não ligava mais para nada. Desde aquele dia, o jovem Adrian nunca mais foi o mesmo.

Três dias depois da morte de seus pais, um grupo de vietnamitas o encontrou. Não eram vietnamitas aliados. Fora nesse momento que ele conheceu o Tenente Yonk. Um homem alto, encorpado, musculoso, barbudo, fedia a charuto. O tenente gostara do garoto e resolvera ficar com ele. A partir desse dia Adrian se tornou o novo fantoche do tenente. Tinha de fazer todas as suas vontades e se não fizesse, apanhava. Todas as noites o tenente Yonk abusava sexualmente do jovem menino. Todas as noites ele ia dormir chorando baixinho, cheio de dores, para que o tentente não ouvisse. O tratavam como um animal, em que se podia dizer vem e ele vinha ou vai e ele vai. Certo dia o jovem Adrian recebeu uma marcação. O tenente o chamou e pelo azar do menino, ele não ouviu:

- Eu já falei para você vir quando eu chamar moleque!
Disse o pegando pelo braço, deixando vermelho. O tenente deu um soco no rosto do menino.
- D...d...des....desc...desculpe....se...senhor. Eu n...não...não vou...não vou fa...fazer no...novamente.
- Acho muito bom moleque. Agora anda. Tire a roupa.
Adrian o olhava apenas, ficara parado.
- Está surdo moleque, eu disse para tirar as roupas agora.

Adrian leva uma chicotada nas costas. Aos poucos o menino aprendeu a suportar um pouco a dor e a humilhação. Caiu de joelhos. Não teve outra escolha e retirou a roupa. O tenente foi até um canto e veio com um ferro de marcar em forma de Y. Se aproximou do menino. Disse para dois de seus inferiores o segurarem e o marcou. A dor que o pequeno Adrian sentiu foi indescrítivel. O tentente por fim disse:
- Você é meu moleque. Somente meu ouviu bem?
Concluiu o tenente segurando-o pelos cabelos. E assim fora nos dois anos seguidos. O Tenente Yonk diversas coisas fez com o menino, todas as suas vontades em todos os aspectos era o pequeno Adrian que fazia, que executava e nunca, jamais podia reclamar. Certa vez ficara sem comer por dez dias, na outra apanhara até perder a consciência. Assim Adrian aprendeu a ficar quieto, a responder somente quando lhe perguntado, a nunca falar e sim executar o que lhe fora mandado. Tornou-se um menino quieto, fechado. Deus, isso não é justo! Adrian passou a desacreditar em Deus, depois de tudo que viu, de tudo o que sofreu, Deus para ele não basta de um simples nada, não existia, não podia existir. Adrian não tinha vontade de viver, se entregava a morte, a desilusão, ao penhasco.

***


- Adri... vem comer, a comida já está pronta!
- Não... n...não estou com fome Dai. Obrigado!
- Ah... está sim, pode vir anda. Adri... por favor, não quero que passe fome.
- Já passei muito e não morri.
- Eu sei, mas a guerra já acabou, não precisa passar mais. Escuta, eu quero o seu bem viu? Eu te amo muito Adri, sabia?

Um sorriso, pequeno, mas um sorriso. A guerra acabou dois anos depois de Adrian ter conhecido o tentente Yonk. O tenente e suas tropas fugiram quando foi assinado o Acordo de Paz para o Vietnã em Paris. Desde então ele nunca mais teve noticias do tenente ou qualquer outro soldado seu. Adrian tinha apenas 9 anos quando a guerra acabou. Em toda sua vida a única palavra que conhecia era guerra e agora estava livre dela, mas para que? Ela havia tirado seu propósito, seu destino, sua vida. Havia tirado o que ele mais amava, seus pais. O menino Adrian passou por muitos problemas, por diversas situações ruins, elas foram apagando todas as lembranças boas que ainda guardava dentro de si. Ele podia dizer que era um menino que ainda não tinha conhecido a palavra felicidade, era um menino normal comparando com todos os meninos que haviam sofrido como ele na guerra, a não ser quando coisas estranhas aconteciam, tipo ele conseguir fechar a porta do quarto quando quer muito ficar sozinho sem ao menos tocá-la. Isso é normal? Bom, Adrian se convence que isso é apenas um sonho, mais um dos loucos sonhos que ele sempre tivera.

Depois da guerra Adrian passou a morar com Nguyen e seus filhos. Ela sempre fora um boa pessoa, depois que soube da morte de seus pais e como eles morreram passou a cuidar do menino como se fosse seu próprio filho, como se fosse um dos seus. Ela dizia que era a promessa que tinha feito a sua mãe, mas que mesmo se não tivesse feito, cuidaria dele sempre. Aos poucos foi se tornando mais sociável, porém ainda fechado. Hoje, 7 anos depois do fim da guerra ele tenta apagar da mente os 9 anos de desgraça que viveu nela.

A cidade, o país como um todo ainda tenta se recuperar do desastre da guerra, mais de quatro milhões de mortos. Ele até que vive em uma casa confortável com sua nova... familia? Eles faziam de tudo para que o menino se sentisse como em uma familia, mas essa palavra lhe lembrava sempre de seus pais e uma dor no coração o apertava. Saudades deles, do sorriso da mãe, do carinho do pai. Voltaria no tempo, prefereria a guerra, se isso bastasse para ter seus pais consigo. Ele tem medo de perder as poucas lembranças que tem de seus pais.

***


- Quem é?

O homem se identificou como um professor de Hogwarts. Mas o que era Hogwarts? Houviu-se alguns rangidos na porta de madeira e ela se abriu. Dhang Tai Song, um dos filhos de Nguyen abriu a porta e viu um senhor, um pouco peculiar. Adrian ganhara uma vaga na melhor escola de Magia e Bruxaria de todos os tempos, Hogwarts. Nem acreditara, na verdade nem acreditara que era bruxo. Não muito tempo depois o mesmo homem bate a porta com a carta de Hogwarts, mas desta vez não era para ele, era para sua irmã, Dai. E mais algum tempo seu outro irmão, Dhang também ganha a carta de Hogwarts. Era díficil de acreditar, mas era a mais pura realidade. Todos eram bruxos. Pelo visto seu taravô (que ele nunca conheceu) foi bruxo, Adrian tinha um gen recessivo e pelo que pareceu Dai, Dhang e Lihn (uma outra filha de Nguyen. Ela tem três filhos) também tinham esse peculiar gen recessivo. (Sua bisavó era bruxa)

O tempo foi passando e as coisas acontecendo. Não teve problema com o idioma, aprendera o inglês com os poquissimos soldados legais que conheceu durante os mais de seis anos de guerra. Falava muito bem, sempre fora um menino esperto. Hoje, ele vive bem com sua familia, já acostumou com a ideia de que tem uma familia, uma familia que o ama, que o quer bem. Aprendeu que para ser familia, não é apenas ter sangue correndo nas veias. O jovem Adrian se mostrou um ótimo aluno nas artes mágicas, preferindo transfiguração. E hoje, ele ainda tenta encontrar o seu lugar no mundo. E Hogwarts? Bem, Hogwarts que o aguarde por que esse sexto ano promete muitas revelações."


SEXTO ANO

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Adrian Pierre
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